quarta-feira, 31 de julho de 2013

ATIVIDADES PNAIC 2013


Sequência didática

Escola Municipal “residente Bias Fortes”
Turma: 3º ano – Henriqueta Lisboa
Professora Alfabetizadora: Maria Helena Calazans Corrêa
Data: 04/06 a 07/06/2013

Língua Portuguesa
Eixo: Leitura e apropriação do sistema de escrita

Direito de Aprendizagem
Desenvolver capacidades necessárias a leitura com fluência e compreensão.
Reconhecer unidades fonológicas como sílabas.

Conteúdo/conceito
Compreensão global
Decomposição de palavras em sílabas

Ciências
Eixo de Ensino: Compreensão conceitual  e procedimental da ciência.

Direito de Aprendizagem
Elaborar compreensões sobre o mundo condizentes com perspectivas atuais da comunidade científica.

1º Momento  - Data: 04/06/2013

Atividades de ensino
Ouvir com atenção a leitura do livro “Rubens, o semeador” de Ruth Rocha – Obras Complementares.


1.Completar a ficha literária
Título:
Autora:
Ilustrador:
Editora:
Ano de publicação:

2.Interpretação do texto lido
a) O narrador da História é:
(   ) Seu Pedrão
(   ) O menino Rubens
(   ) O pai do menino

b) O assunto principal do texto é:
(   ) ensinar com plantar árvores
(   ) lembrar da importância da preservação da natureza
(   ) mostrar as dificuldades que o menino Rubens passou para se transformar em um plantador de árvores.

Ciências
2º Momento – 05/06/2013
Realização de uma pesquisa referente as características de árvores nativas brasileiras. Ex:
Ipê roxo
Floresce de maio a agosto quando seus ramos perdem todas as folhas. Atinge uma altura de 20 a 35 metros de altura. Sua madeira é utilizada em construções. É também utilizado na medicina no combate ao câncer e inflamações.

Pesquisas realizadas na internet.

3º momento - 06/06/2013
Confecção do painel – Que árvore é essa? Exposição do mesmo. Todos os alunos leram as informações antes de fixar ao mural.



Língua Portuguesa
4º momento – 07/06/2013
Separação de sílabas de palavras retiradas do livro - “Rubens, o semeador”.

Avaliação final
Os alunos demonstraram bastante atenção  durante a leitura do livro. Participaram ativamente da pesquisa e confecção do painel. Durante a pesquisa os alunos que apresentavam dificuldades foram auxiliados pelos próprios colegas que apresentavam maior domínio de pesquisa na internet. A professora foi mediadora no decorrer da realização das atividades propostas. Ao final, vários alunos disseram ter gostado das atividades realizadas.



Roteiro de Aula

Escola Municipal “Presidente Bias Fortes”
Turma: Henriqueta Lisboa – 3º ano
Professora: Maria Helena Calazans Corrêa


Data: 03/06/2013

Língua Portuguesa

Eixo: Apropriação do Sistema de Escrita

Direito de aprendizagem
Reconhecer unidades fonológicas como sílabas, rimas, terminações de palavras.

Conteúdos/conceitos
Composição de palavras a partir de sílabas

Atividade de ensino
Ditado de palavras de mesmo campo semântico - nomes de objetos escolares - autoditado

Avaliação 
Os resultados mostraram que duas das crianças ainda não se aproriaram do sistema de escrita.As demais já consolidaram esse direito de aprendizagem.






Roteiro de Aula

Escola Municipal “Presidente Bias Fortes”
Turma: Henriqueta Lisboa – 3º ano
Professora: Maria Helena Calazans Corrêa
Data: 27/05/2013

Direito de Aprendizagem: Saber ler reconhecendo globalmente as palavras.

Conteúdo/conceito
Reconhecimento de palavras sem análise de fonemas e sílabas - sinônimo

Atividades de ensino
Ouvir com atenção a leitura do livro “Romeu e Julieta” de Ruth Rocha – Obras Complementares.
Localizar o sinônimo de palavras destacadas retiradas do texto.

Ex: Há muito tempo, não muito longe daqui havia um reino muito engraçado.
Há muito tempo, não muito distante daqui havia um reino muito engraçado.

Atividade avaliativa:
Escolher três palavras trabalhadas e formar uma nova frase para cada palavra reescrevendo as frases e utilizando o sinônimo.

Avaliação
O momento em que houve maior interesse das crianças ocorreu durante a leitura do livro "Romeu e Julieta" principalmente em razão das ilustrações. A história apesar de longa não prejudicou a compreensão dos alunos que mantiveram atentos durante todo tempo.
Em relação ao estudo dos sinônimos alguns dos alunos apresentaram dificuldades na construção de novas frases, mas com o auxílio da professora foi possível que todos desenvolvessem a atividade sugerida.

ANEXOS





    

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA


ALFABETIZAR NA PERSPECTIVA DO  LETRAMENTO...


Aprender a ler e escrever nos dias atuais implica o conhecimento e valorização das práticas de produção e circulação dos diferentes textos que circulam socialmente. Quando a criança entra em contato com ambientes onde aparecem os diferentes textos de seu convívio além se motivarem a ler e escrever já iniciam o processo de reflexão sobre o significado da escrita alfabética e as habilidades para a aprendizagem  das convenções da escrita.Ex: leitura de placas, outdoors, rótulos, etc. 

Reflexões referentes ao texto - BRASIL.Ministério da Educação.Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2007.



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

AVALIAÇÕES

Avaliação diagnóstica de Português – 4º ano
Escola ______________________________________________
Aluno: ______________________________________________
Professora: __________________________Data: ____/____/____
Total de acertos: _______ Acertos Obtidos: _______ Conceito: ______

Atenção! Leia todos os textos com bastante atenção, se preciso releia várias vezes...
Boa sorte!

1. Leia o texto e resolva.

A raposa e o corvo

Um dia, um corvo estava pousado no galho de uma árvore com um pedaço de queijo no bico quando passou uma raposa. Vendo o corvo com o queijo, a raposa logo começou a matutar um jeito de se apoderar do queijo.
Com essa ideia na cabeça, foi para debaixo da árvore, olhou para cima e disse:
– Que pássaro magnífico avisto nessa árvore! Que beleza estonteante! Que cores maravilhosas! Será que tem uma voz suave para combinar com tanta beleza? Se tiver, não há dúvida de que deve ser proclamado o rei dos pássaros.
Ouvindo aquilo, o corvo ficou que era pura vaidade. Para mostrar à raposa que sabia cantar, abriu o bico e soltou um sonoro “Cróóó!”. O queijo veio abaixo, claro, e a raposa abocanhou ligeiro, aquela delícia, dizendo:
– Olhe meu senhor, estou vendo que voz o senhor tem. O que não tem é inteligência!
Moral: Cuidado com quem muito elogia.

Heloísa Jahn(trad.) Fábulas de Esopo. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1994.

a) O motivo que levou a raposa a elogiar o corvo foi o desejo de:
( )ouvir o canto do corvo ( ) conseguir o pedaço de queijo
( )conhecer as cores do pássaro ( ) ver de perto a beleza estonteante do pássaro

b) O texto acima é formado por quantos parágrafos? _________________________
c) Quem são os personagens? __________________________________________

d) Copie do texto uma frase:
• Interrogativa _______________________________________________________
• Exclamativa ________________________________________________________

e) A palavra abocanhou no texto, tem o mesmo sentido que:
( ) apanhou ( ) mordeu ( ) jogou fora

2. Marque a letra em que a frase está escrita de maneira correta.
a) A girafa nãosuporta mais aquela ladainha.
b) Agirafa não suporta mais aquela ladainha.
c) A girafa não suporta mais aquela ladainha.
d) A girafa não suporta mais aquelaladainha.

3. Todas as palavras devem iniciar com letra maiúscula. Marque.
a) Paulo – Casa - Brasil
b) Lagamar – Pedro – Ana
c) Brasil – Boi – Mar

4. Todas as palavras estão escritas corretamente.
a) caroça – jarra – bonbon
b) Rromeiro – corer – amarelo
c) carinho – corrida – vento

5. Leia o texto e marque a opção correta.

NÃO TENHO MEDO DE NADA!
Pedro Bandeira

Não tenho medo de nada!
Eu sou valente de fato!
Nem de susto, nem de escuro,
nem de injeção, nem de rato!
(...)
Mas eu só tenho coragem
quando estou na minha casa,
bem seguro, aconchegado
no colinho da mamãe...

Fonte: Mais respeito, sou criança. Editora Moderna.

a) O texto acima é:
( ) um poema ( ) um bilhete ( ) um convite ( ) uma receita

b) Quem está contando a história é:
( ) um rato ( ) uma criança ( ) a mãe ( ) um adulto

6. Leia a frase e responda:

A carteira de identidade é um documento obrigatório para todos os brasileiros maiores de 18 anos e opcional para os menores de idade.

A carteira de identidade é um documento obrigatório para quem?
a) Apenas para os menores de 18 anos.
b) Apenas para os menores de idade.
c) Para todos os brasileiros maiores de 18 anos.
d) Para todos os brasileiros.

7. Leia um trecho sobre o Mico - Leão - Dourado.


Você sabia?

O Mico – Leão - Dourado é um primata brasileiro que possui pelagem cor de fogo e uma juba em torno da cabeça, o que deu origem ao seu nome. Ele se alimenta de frutas, insetos, ovos, pequenos pássaros e lagartos. O habitat deste animal no Brasil é a região montanhosa do sudoeste do Rio de Janeiro. O mico - leão está ameaçado de extinção devido às capturas ilegais para a venda a comerciantes inescrupulosos e ao intenso desmatamento no seu habitat.
Fonte: http://www.saudeanimal.com.br/extinto14.htm


Este texto serve para:
a) informar b)anunciar um passeio
c) mostrar o animal d) vender o Mico – Leão - Dourado

segunda-feira, 17 de agosto de 2009


20 DICAS DE SUCESSO
Luiz Marins Filho

01 Elogie três pessoas por dia
02 Tenha um aperto de mão firme
03 Olhe as pessoas nos olhos
04 Gaste menos do que ganha
05 Saiba perdoar a si e aos outros
06 Trate os outros como gostaria de ser tratado
07 Faça novos amigos
08 saiba guardar segredos
09 Não adie uma alegria
10 Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados
11 Sorria
12 Aceite sempre uma mão estendida
13 Pague suas contas em dia
14 Não reze pra pedir coisa, reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem
15 Dê às pessoas uma segunda chance
16 Não tome uma decisão quando estiver cansado ou nervoso
17 Respeite todas as coisa vivas, especialmente as indefesas
18 Doe o melhor de si no seu trabalho
19 Seja humilde, principalmente nas vitórias
20 Jamais prive uma pessoa de esperança.PODE SER QUE ELA SÓ TENHA ISSO.

Mensagens

PENSAMENTOS
Quando cometemos erros, devemos refletir sobre eles e tentar consertá-los. Esta é a melhor maneira de conseguir força. O caminho em direção ao Bem não é fácil, mas, quando conquistado, torna-se uma enorme gratificação para o ser humano. Não atire flechas de críticas destrutivas em seu irmão: auxilie-o a não errar novamente e a crescer construtivamente no amor, na experiência e no conhecimentO. O filho é o nosso coração que sai para outro corpo. Quando pensamos apenas no passado, deixamos de pensar no presente e no futuro. A melhor forma de ensinar é dando exemplos. O mais forte é aquele que sabe dominar-se na hora da cólera. Não são as palavras que dizemos que faz a diferença, mas o poder de Deus que as acompanha.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

DINÃMICA DO NOME

Dinâmica do nome
Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes. Ela pode ser proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos nomes de cada um.
Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer . Em seguida todos devem dizerDinâmica do Nome
o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela.Variação: Essa dinãmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pesso, sendo que todos devem repetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto... e assim por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo após o 8º deve começar um outro ciclo de 1-8 pessoas.
Autor: Desconhecido

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Metodologia de Pesquisa

Ação da pesquisa em Educação Especial

Hoje a pesquisa tem se constituído em um procedimento e necessário que objetiva satisfazer as necessidades humanas. Entretanto a pesquisa no âmbito do especialista em Educação Especial diferencia-se das demais, implica a investigação da prática educativa e ação pedagógica – refletir, analisar, avaliar e descobrir.
De acordo com as palavras de Hirtz (apud, Bôer) a ação de pesquisar requer ouvir o outro e o contexto social, ouvir as situações presentes no cotidiano. Então a ação da pesquisa para nós educadores exige que tenhamos conhecimentos e voltemos nosso olhar para a realidade e a prática educativa.
A todo instante nos deparamos com dificuldades em sala de aula, ora dificuldades de aprendizagem, ora indisciplina e tantas outras deficiências, particularmente entendo que cada educando, por ser único apresentam diferentes anseios, aquilo que é interessante para uns, não o é para outros. Assim procuro estabelecer um olhar questionando as práticas educativas desenvolvidas. Quando por exemplo planejo as atividades e desenvolvo-as em sala de aula, diante dos resultados obtidos busco questionar o porquê das diferentes construções de cada um. Procuro compreender os fatores que os levam a agir desta ou daquela maneira.
As verdades existentes no contexto educativo às vezes me incomodam. No decorrer do ano, temos uma lista de conteúdos a serem trabalhados, nem sempre o tempo permite que cheguem ao final, pois dada à existência de dificuldades de compreensão procuro soluções a partir de outras estratégias. A escola desenvolve intervenções pedagógicas para auxiliar os alunos com dificuldades e necessidades especiais, porém nem sempre conseguem atingir os objetivos.
Nós professores seremos eternos pesquisadores, pois nosso trabalho exige que continuemos refletindo e buscando aperfeiçoamento, até porque a sociedade encontra se em constante evolução e o profissional da educação necessita atentar para as mudanças. Diante do exposto me pergunto: __ Será que as escolas inclusivas estão adotando os pontos básicos como o currículo, adaptação curricular, metodologia e avaliação para a diversidade?
Como educadora, busco reflexões a cerca das práticas pedagógicas desenvolvidas, pesquisando informações pela internet, revistas, reportagens dentre outros, inclusive me aperfeiçoando através do curso de Pós-graduação.
Referência:
BÔER, Leandra Possa. Metodologia da Pesquisa. http://cead.ufsm.br/início

domingo, 9 de novembro de 2008

Tecnologias da informação e Educação Especial

Contribuição dos recursos tecnológicos na Educação Especial
Os recursos tecnológicos, atualmente vêm sendo utilizados em grande escala e o computador constitui se em uma ferramenta de auxílio na aprendizagem de muitas pessoas com necessidades educacionais especiais. Os atrativos oferecidos pelo computador muito tem contribuído para o desenvolvimento de experiências e observações. Essa ferramenta se bem utilizada poderá trazer resultados consideráveis, pois tem grande potencial inclusivo, que além de facilitar, motivar e interagir possibilita a sistematização das informações de maneira criativa, eficiente e inovadora. Facilita ainda a acessibilidade e a comunicação através da internet.
De acordo com Dr. Jorge Márcio Pereira de Andrade “No campo da Educação Especial, quando falamos de inovações estamos apenas apontando o que de ferramentas visíveis estão em uso junto ao educando com necessidades especiais” [ 1]. Sabemos que existem outros métodos de transmissão do conhecimento que nunca serão deixados de lado, porém para muitas pessoas os antigos inventos não possuem o aparato que a tecnologia de ponta poderá auxiliar. Então a introdução do computador e ou da tecnologia da informação para a educação especial tornou se necessária.
Independente do tipo ou grau de deficiência todos os alunos podem beneficiar, aprender e ter uma convivência educacional como qualquer outra pessoa. Todo equipamento deverá estar adaptado de acordo com as necessidades de cada um, não podendo haver obstáculos que impeçam os de utilizá-los, por exemplo, a mesa do computador terá que possibilitar o encaixe da cadeira de rodas.
A importância da tecnologia tornou se essencial contribuindo no ensino e aprendizagem, na educação especial torna se mais importante ainda tendo em vista que muitos portadores de deficiência dependem da tecnologia para realizar seus trabalhos.
Percebemos na mídia a ênfase que é dada à tecnologia, mas para que ela possa ser realmente benéfica nas aprendizagens é preciso que os profissionais estejam preparados para facilitar o trabalho dos alunos, pois diante da infinidade de software o educador deverá analisar a relevância de cada um, e principalmente se permite modificações para atender as necessidades individuais dos alunos.
Entretanto a tecnologia constitui se em uma grande aliada à educação especial, que se utilizada adequadamente poderá diminuir a exclusão.

Referências
Pavão Silux, Ana Paula. Introdução a Informática Educativa. Educação Especial. 40p. Apostila.
[1] DEFNET. Disponível em: . Acesso em: 8 de novembro de 2008.

Mapa Conceitual - Políticas Públicas

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Construção do Projeto Político Pedagógico da escola numa perspectiva inclusiva




O Projeto Político Pedagógico de uma escola pressupõe a existência de uma proposta definida pela própria instituição. Constitui-se de uma ferramenta indispensável para o processo de inclusão educacional que deverá assegurar recursos e serviços educacionais especiais. Segundo a Revista Amae Educando, para a elaboração do projeto político-pedagógico faz se necessário ter clareza do se quer realizar na escola, porque este fazer será pautado em determinadas concepções de educação, de realidade sócio cultural, e de cidadania. Deverá ainda ser adequado a realidade da escola, possibilitando flexibilidade e atualização de acordo com os acontecimento não previstos. Por exemplo, se a escola, receber em sua clientela alunos surdos e cegos e ainda não constar de recursos em seus projetos deverá este então sofrer alterações.È na construção da proposta pedagógica que a escola assume o compromisso com a educação de qualidade “para todos”. Busca-se aqui a política de inclusão, já que a escola tem a obrigação, por lei de atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais, então faz se necessário desenvolver ótimas políticas públicas que objetivem a inclusão. Sabendo que nas modalidades de atendimento educacional, de acordo com a Política Nacional de Educação Especial são alternativas de procedimentos didáticos específicos e adequados as necessidades educacionais dos alunos que implicam espaços físicos, recursos humanos e diferentes tipos de materiais.
Com as transformações sociais pressupõe se que a escola é quem deverá ajustar para atender a diversidade de alunos, cabendo acontecer mudanças na escola, na família e na sociedade.
Para Gutièrrez & Catani a efetivação da gestão escolar acontece através da utilização de métodos verdadeiramente democráticos com a participação de toda comunidade escolar. Nos pressupostas de gestão democrática deve se ter em mente que o projeto político-pedagógico da escola só transforma a realidade da escola a partir da competência e compromisso desde o ato da elaboração e execução. Ao propor medidas devem-se identificar as causas dos problemas, definir as equipes didático-pedagógicas, estabelecer datas e horários para reuniões pedagógicas sobre o ensino, troca de experiências, articulação para atender as dificuldades de ensino e aprendizagem; acompanhar também o desempenho da administração e da organização escolar para corrigir possíveis falhas.
Não adianta elaborar propostas de ensino, especialmente para a educação especial e logo após deixar que fiquem engavetados, só no papel. Todos os envolvidos precisam entender a real importância do projeto-político pedagógico da escola.
Ao analisar o contexto das políticas públicas educacionais na perspectiva neoliberal, vê se que esta não dá liberdade e autonomia satisfatória para o cidadão construir políticas que atendam suas reais necessidades. Assim o currículo nacional estaria ligado a uma perspectiva neoliberal, que de acordo com Moreira, a expressão currículo nacional é usada para indicar os padrões a serem atingidos nacionalmente, as estruturas básicas das disciplinas, assim como o conjunto formado por metas, padrões, processo instrucional e avaliação.
A falta de autonomia oriunda da ideologia neoliberal aparece claramente no formato do Projeto Político Pedagógico, visto que as idéias do grupo devem estar concernentes aos princípios legais e normativos superiores, como a Lei de Diretrizes Bases da Educação Nacional, Estatuto da Criança e do Adolescente e Resolução dos Conselhos de Educação. Em contrapartida a proposta de educação especial na educação básica prevê um conjunto de flexibilizações e adaptações curriculares, podendo os conteúdos ser reduzidos, diferenciados, baseando se nas condições dos indivíduos, na tentativa de atender a diversidade.
Entretanto a partir das considerações é importante destacar que a política de educação especial numa perspectiva inclusiva busca sua concretização através da garantia ao acesso universal a escolaridade básica, procurando satisfazer as necessidades de aprendizagem para todos os alunos em consonância com o atendimento especializado. Nessa busca procura se promover a democracia, porém às vezes no reconhecimento da diferença, nos princípios de dignidade humana e promoção da cidadania, percebe-se a marca da desigualdade que termina promovendo a exclusão.
Cabe salientar que o processo de inclusão só se dará quando houver conscientização por parte da sociedade, ações que favoreçam a interação social com práticas pedagógicas heterogêneas advindas do projeto político-pedagógico da escola, que contemplem as necessidades educacionais de cada aluno, um ensino de qualidade.

Rubem Alves


Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras de recente data.Toda saudade é uma espécie de velhice...Não é que faltem lembranças.Estão espalhadas em toda a minha substância.Meu corpo foi-se tornando um cemitério de tempo,parece um desses bosques sagrados onde enterramos nossos mortos.A saudade mistura tudo. A saudade não conhece o tempo.Não se sabe o que é antes nem depois.Tudo é presente.(Rubem Alves)

quinta-feira, 30 de outubro de 2008


Resenha



MAGALHÃES, Rita de Cássia Barbosa Paiva-UECE & DIAS, Ana Maria Iório-UFC. Identidade e Estigma no Contexto da Escola Inclusiva: uma leitura a partir de Erving Goffman. GT: Educação Especial/n. 15. Agência Financiadora: FUNCAP-CE

O texto ora resenhado compõe se de um estudo de caso (escola Pública do Ceará), realizado pelas pesquisadoras Rita de Cássia e Ana Maria Iório. A pesquisa realizada por elas teve como embasamento teórico Erving Goffman sociólogo e escritor norte americano.
O texto trata da descrição da dimensão social da identidade relacionada ao estigma no contexto escolar. Goffman entende a identidade como produto social onde as diferenças individuais estão na construção de sua história tornando o papel do outro fundamental na construção da identidade. As pesquisadoras também apresentam os conceitos de Ciampa (1986), que segundo ele ao nascer um indivíduo este é tratado como filho ou filha e desempenha papéis sociais que mantêm padrões de conduta esperados pelo grupo social e que ao fugir destes padrões poderá sofrer sanções. Para o autor a identidade é uma metamorfose.
Com relação aos conceitos de identidade pessoal, social e do eu Goffman desenvolve na perspectiva da identidade estigmatizada e sua relação com a diferença. Explica que a diferença é o significado cultural ou a forma como o comportamento é interpretado devendo procurar compreensão da diferença nos ditos normais. Para ele na construção da identidade o estigmatizado aprende e incorpora atitudes dos normais, por outro lado existe o indivíduo estigmatizado que se define como não diferente, o que contradiz sua identidade. Assim o estigmatizado lida com o problema, ou é estimulado a lidar com a aceitação fantasma.
Portanto ao comparar a prática (do aluno especial e incluído) com a teoria as pesquisadoras concluem que o estigma funciona como uma camisa de força, para quem estigmatiza e pior ainda para quem é estigmatizada. Neste processo de construção de identidade coexistem a fuga e a aceitação de rótulos. Quando os alunos fogem dos modelos predeterminados de aprendizagem a escola exige outras formas de intervenção, onde o aluno entra em um jogo. Considera que antes de mais nada é preciso compreender a prática da educação inclusiva, e para tanto sugere a contribuição das pesquisas de Goffman.
As pesquisadoras apresentaram a pesquisa com estilo claro tendo como base teórica o sociólogo Goffman o qual apresenta sólidos conhecimentos sobre identidade e estigma. Também através do estudo de caso, a história do aluno leva o leitor à compreensão da presença de estigmatização/rotulação no processo de ensino que ocorre em muitas escolas.
Em suma, o texto pode ser bastante útil a todos que tenham interesse em saber e refletir sobre as práticas de educação, especialmente a inclusiva.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Expectativas



Através deste curso tivemos oportunidade de conhecer e utilizar alguns recursos tecnológicos. Espero que os desafios encontrados possam desencadear momentos de reflexão acerca das metodologias as quais envolvem a tecnologia, como também buscar novos conhecimentos.O que importa é o interesse na busca de novos conhecimentos.